Porto Feliz já integra o sistema estadual de monitoramento Muralha Paulista, iniciativa do Governo de São Paulo que permite a conexão de câmeras privadas e públicas à rede de segurança do Estado, ampliando a vigilância e o combate ao crime no município e em toda a região.
O programa possibilita que empresas e moradores cadastrem equipamentos de monitoramento voltados para vias e espaços públicos, fortalecendo o acompanhamento em tempo real e o compartilhamento de imagens com as forças de segurança. Atualmente, o Muralha Paulista reúne cerca de 94 mil câmeras e sensores espalhados por mais de 300 municípios paulistas, utilizando tecnologias como leitura de placas, reconhecimento facial e monitoramento inteligente.
Na Região Metropolitana de Sorocaba, Porto Feliz está entre as cidades que já participam do sistema, ao lado de Boituva, Cesário Lange, Ibiúna, Sorocaba e Tatuí. A integração tem como objetivo restringir rotas de fuga de criminosos, dificultar ações ilícitas e agilizar a resposta policial.
Segundo o coordenador do Centro Integrado de Comando e Controle, tenente-coronel Rodrigo Vilardi, o posicionamento estratégico dos equipamentos é essencial para os bons resultados do programa. As imagens captadas pelo Muralha Paulista são cruzadas com o Banco Nacional de Mandados de Prisão, permitindo a identificação de foragidos por meio de reconhecimento facial. O sistema também auxilia na localização de pessoas desaparecidas e na recuperação de veículos furtados ou roubados, por meio da leitura automática de placas.
Moradores e empresas de Porto Feliz que possuam câmeras voltadas para áreas públicas podem integrá-las ao Muralha Paulista. O cadastro é feito de forma digital, por meio do site oficial do programa.
O interessado deve acessar a plataforma, realizar login com a conta Gov.br e seguir as orientações, informando o link de transmissão das imagens (stream) e o endereço onde a câmera está instalada. Cada usuário pode cadastrar até dez equipamentos por vez, além de aceitar o termo que autoriza o uso das imagens pelas forças de segurança pública.
Mais informações estão disponíveis no site inteligenciacontraocrime.sp.gov.br.