{"id":2749,"date":"2025-06-21T11:20:35","date_gmt":"2025-06-21T14:20:35","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/?p=2749"},"modified":"2025-06-21T11:20:35","modified_gmt":"2025-06-21T14:20:35","slug":"porto-feliz-em-numeros-um-panorama-detalhado-sobre-a-populacao-com-deficiencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/2025\/06\/21\/porto-feliz-em-numeros-um-panorama-detalhado-sobre-a-populacao-com-deficiencia\/","title":{"rendered":"Porto Feliz em n\u00fameros: Um panorama detalhado sobre a popula\u00e7\u00e3o com defici\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>As mulheres s\u00e3o as mais afetadas: 7,7% delas t\u00eam alguma defici\u00eancia, contra 5,3% dos homens; a baixa escolaridade indica poss\u00edveis barreiras no acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em Porto Feliz, 6,5% da popula\u00e7\u00e3o &#8211; aproximadamente 3.700 pessoas &#8211; vive com algum tipo de defici\u00eancia, segundo dados do Censo Demogr\u00e1fico de 2022. Esse percentual \u00e9 ligeiramente inferior \u00e0 m\u00e9dia nacional de 7,3%, que representa 14,4 milh\u00f5es de brasileiros com dois anos ou mais de idade.<br>A an\u00e1lise por g\u00eanero revela uma disparidade significativa: enquanto 5,3% dos homens porto-felicenses t\u00eam alguma defici\u00eancia, entre as mulheres esse \u00edndice sobe para 7,7%.<br>Quando observamos a distribui\u00e7\u00e3o por faixa et\u00e1ria, os n\u00fameros mostram um crescimento exponencial da preval\u00eancia de defici\u00eancias com o avan\u00e7ar da idade. Entre crian\u00e7as e jovens de 2 a 14 anos, apenas 1,6% apresentam defici\u00eancias.<br>Esse percentual sobe para 4,6% na faixa de 15 a 59 anos, salta para 11,6% entre 60 e 69 anos, e continua crescendo acentuadamente: 22,5% (70-74 anos), 21,4% (75-79 anos), 28,5% (80-84 anos), 41,7% (85-89 anos), atingindo o pico de 58,1% entre pessoas de 90 a 94 anos, e recuando levemente para 54,1% no grupo de 95 a 99 anos.<br>A distribui\u00e7\u00e3o por cor ou ra\u00e7a apresenta varia\u00e7\u00f5es mais sutis: 6,4% da popula\u00e7\u00e3o branca e parda relatam ter alguma defici\u00eancia, enquanto entre os pretos o \u00edndice \u00e9 de 7,5% e entre os amarelos, 6,7%.<br>Quanto aos tipos de defici\u00eancia, a visual aparece como a mais prevalente (3,5%), seguida por dificuldades de locomo\u00e7\u00e3o (andar ou subir escadas &#8211; 2,4%), motoras finas (pegar pequenos objetos ou abrir garrafas &#8211; 1,5%), auditivas (1,2%) e limita\u00e7\u00f5es nas fun\u00e7\u00f5es mentais (1,2%).<br>O n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o dessa popula\u00e7\u00e3o apresenta um quadro preocupante: 61,27% t\u00eam no m\u00e1ximo o ensino fundamental incompleto ou s\u00e3o sem instru\u00e7\u00e3o, 12,55% possuem ensino m\u00e9dio incompleto, 20,14% t\u00eam superior incompleto e apenas 6,05% conclu\u00edram o ensino superior.<br>Esses n\u00fameros revelam m\u00faltiplos desafios para as pol\u00edticas p\u00fablicas locais. O envelhecimento populacional aparece como fator determinante para o aumento das defici\u00eancias, enquanto a baixa escolaridade indica poss\u00edveis barreiras no acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. As diferen\u00e7as entre g\u00eaneros tamb\u00e9m merecem aten\u00e7\u00e3o especial, com as mulheres apresentando \u00edndices significativamente maiores. Os dados servem como importante ferramenta para o planejamento de a\u00e7\u00f5es que promovam a inclus\u00e3o e melhorem a qualidade de vida dessa parcela significativa da popula\u00e7\u00e3o porto-felicense.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As mulheres s\u00e3o as mais afetadas: 7,7% delas t\u00eam alguma defici\u00eancia, contra 5,3% dos homens; a baixa escolaridade indica poss\u00edveis barreiras no acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o Em Porto Feliz, 6,5% da popula\u00e7\u00e3o &#8211; aproximadamente 3.700 pessoas &#8211; vive com algum tipo de defici\u00eancia, segundo dados do Censo Demogr\u00e1fico de 2022. Esse percentual \u00e9 ligeiramente inferior \u00e0&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2750,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[19,2],"tags":[],"class_list":["post-2749","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-publico","category-social"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2749","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2749"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2749\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2750"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2749"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2749"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaloarauto.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2749"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}