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Porto Feliz – SP · Sábado, 3 de outubro de 2026
Educação

Alunos da Apae fazem releitura da obra “Abaporu”, de Tarsila do Amaral

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Alunos da Apae fazem releitura da obra “Abaporu”, de Tarsila do Amaral

Os alunos da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Porto Feliz mergulharam no universo da arte moderna brasileira e apresentaram uma emocionante releitura da icônica obra “Abaporu”, de Tarsila do Amaral. Sob a orientação do professor Alessandro, os estudantes recriaram a pintura com muita criatividade, trazendo novas cores, formas e interpretações que mostram como a arte pode ser reinventada a partir de diferentes olhares e perspectivas.
Criada em 1928, “Abaporu” é uma das obras mais emblemáticas de Tarsila do Amaral e um dos pilares do modernismo brasileiro. O nome da pintura vem do tupi-guarani e significa “homem que come gente”, uma referência ao conceito de antropofagia cultural, que propõe a absorção e ressignificação de influências estrangeiras na cultura brasileira. A obra retrata uma figura humana de corpo alongado, com pés e mãos grandes, cabeça pequena e um cacto ao lado, sob um sol intenso.
Inspirados pela riqueza visual e simbólica da obra de Tarsila, os alunos da Apae de Porto Feliz deram asas à imaginação e criaram suas próprias versões de “Abaporu”. O projeto, coordenado pelo professor Alessandro, teve como objetivo não apenas apresentar os alunos ao universo da arte moderna, mas também estimular a criatividade e a expressão artística.
A atividade vai além da prática artística: ela também reforça a importância da arte como ferramenta de inclusão e expressão. Para os alunos da Apae, a releitura de “Abaporu” foi uma oportunidade de explorar suas habilidades, trabalhar em equipe e se conectar com a cultura brasileira de uma forma lúdica e significativa.
A releitura de “Abaporu” pelos alunos da Apae de Porto Feliz é um exemplo de como a arte pode ser uma ferramenta poderosa para a educação, a inclusão e a expressão pessoal. Ao mergulhar no universo de Tarsila do Amaral, os estudantes não apenas aprenderam sobre a história da arte brasileira, mas também deixaram sua marca, mostrando que a criatividade não tem limites e que cada olhar pode transformar uma obra clássica em algo novo e único.

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